terça-feira, 25 de agosto de 2009

PSD REGRIDE NO TEMPO



Na passada semana, realizou-se o conselho nacional do Partido Social-democrata, com o propósito de escolher os candidatos às eleições legislativos, representando dessa forma o distrito pelo qual são cabeças de lista.
Emerge a urgência de sangue novo, ideias novas e pessoas novas, capazes de dissipar com o passadoO partido que se intitula, o maior partido da oposição, debateu intensamente as listas a deputados para a próxima legislatura, não o fazendo de forma convincente, mas sim de maneira a colocar os candidatos (amigos) do passado. Esta opção faz com que o partido não evolua, não regenere e não tenha novas ideias. Somos assim confrontados com um partido que se revê num passado, que em nada o beneficia. A sua líder tinha agora uma excelente oportunidade de unir este partido, mas preferiu optar por dividi-lo, caindo no erro dos arranjos. Rodeia-se assim de políticos que á muito tempo estão fora de prazo.
A Dra. Manuela Ferreira Leite alcança assim o inédito, ter um partido voltado para dentro e não para fora, um partido desavindo e sem ideias novas, apenas se limita a garantir o lugar dos amigos e dos que há muito não colaboram com o partido, bem pelo contrário.
Questiono-me, como é que alguém que quer ser Primeira-ministra, consegue deixar de fora das suas listas elementos de tamanho valor, como Pedro Passos Coelho, que foi apoiado incondicionalmente pela distrital a que pertence? Só porque foi também candidato a líder do partido! Então não é um partido democrático, em que cada um tem direito de expressar as suas ideias? Considero um erro crasso o afastamento de personalidades jovens, dinâmicas e com ideias novas, que contribuam assim para fortalecer e clarificar ideias, que trabalham para alargar os horizontes partidários e que abrem portas ao dialogo interno e aos jovens.
Mas em termos de controvérsias não ficamos por aqui, houve muitas mais surpresas nesta reunião. È inaceitável, que a líder do PSD apoie para segundo lugar pelo círculo de Lisboa uma candidata que é apoiante do Partido Socialista na mesma autarquia! Parece ridículo mas corresponde a verdade.
Surgem assim vozes internas contra este acto, que de liderança tem pouco. È impensável conseguir o apoio e a união de todos, quando se presenciam actos inconcebíveis e mesmo irreflectidos, onde apenas emergem as pressões ou se pagam favores a pessoas que á muito estão ultrapassadas da vida Politica activa, retrocedendo assim no tempo. Não sendo necessários aparecerem as críticas externas, pois as vozes internas estão em constante conflito, diariamente nos meios de comunicação social despontam novas vozes que assim mostram o seu desagrado.
Mas o que sucedeu no conselho nacional do PSD é somente o espelho do que passa em muitas concelhias por este país. Localidades onde os “títulos” têm mais significado do que as pessoas, e do que a própria inteligência. Aparecem sempre os mesmos, auto nomeados, para os mesmos lugares, arrastando-se anos sucessivos, sem entenderem que já em nada contribuem para evoluir ou melhorar o que quer que seja, somando derrotas, desilusões, mas mesmo com todas estas evidências não se retiram, ficam agarrados ao poder.
Emerge a urgência de sangue novo, ideias novas e pessoas novas, capazes de dissipar com o passado e criar um presente sólido, coeso e consistente, permitindo olhar o futuro com mais confiança.


Por: Hugo Sequeira
Publicado no Jornal O ARRAIS

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

FESTA MAFOMEDES



A tradição repete-se, em Mafómedes

Realizou-se nos dias 6, 7, 8 e 9 de Agosto, as festas em honra de Nossa Senhora do Bom Despacho, em Mafómedes, conselho de Santa Marta de Penaguião.
Mafómedes é uma localidade da Freguesia de Sever, rodeada de vinhedos, sendo a agricultura, nomeadamente os vinhos a principal fonte de sustentação dos seus habitantes. Também se caracteriza por ser um povo de emigrantes, que anualmente no mês de Agosto regressam às suas origens, colaborando efusivamente nestas festividades em honra de Nossa Senhora do Bom Despacho.
A procissão de velas marcou o início das comemorações, um acto religioso sempre importante. Nos dias que se seguiram, os grupos musicais ficaram incumbidos de animar as noites quentes e agradáveis que se fizeram sentir. No domingo, um dos momentos mais importantes foi a Celebração eucarística na Capela da Padroeira, presidida pelo Pároco da freguesia e acompanhada pelo ilustre grupo coral de Santo Adrião, Sever.
À tarde realizou-se a majestosa procissão, composta por andores adornados com belas flores naturais, fanfarra, dos Bombeiros voluntários do Peso da Régua, Banda de Musica, que este ano esteve a cargo da Famosa Banda Musical da Cumieira e marcaram também presença algumas personalidades do concelho.
Como forma de encerramento de todas as festividades, não poderia faltar o tão aguardado fogo-de-artifício, que embeleza e encerra da melhor forma estas festas, que se realizam há já longos anos e que tanto orgulham os habitantes desta localidade.
De salientar o empenhamento, a disponibilidade, e a dedicação de todos os mordomos, que afincadamente trabalharam e se dedicaram para propiciarem a todos uma grandiosa festa.
Por: Hugo Sequeira

REDES SOCIAIS ONLINE


Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, uma frase tão antiga mas sempre adequada á realidade. Era comum nos tempos mais longínquos, aos domingos ou até mesmo no decorrer da semana, o encontro em pontos estratégicos de grupos de pessoas conhecidas, que conversavam e trocavam ideias sobre tudo o que se ia passando.
As Redes Sociais, constituem uma forte propagação de informação, mas pode ser mal utilizada.Assistia-se assim a confraternização, discussão de ideias, debates muito proveitosos, onde os temas quentes da actualidade reinavam como assunto principal. Usual, alem das conversas, eram os jogos populares, os bailes, realizados essencialmente ao fim de semana, mais propriamente ao domingo á tarde, onde a animação e o divertimento prevaleciam com exigência principal. Refiro-me pois aos anos em que a sociedade dialogava, em que existiam amigos presentes, o que hoje dificilmente acontece!
A actualidade em que vivemos é muito diferente, assistimos a uma realidade virtual, ou seja, os computadores e a internet passaram a ser o nosso meio de comunicação mais privilegiado. Deixou assim de haver a presença, face a face, para existir uma realidade virtual, que apenas nos isola e nos coloca afastados uns dos outros. O que em nada beneficia a união, a amizade e o espírito de companheirismo. São aspectos fortes e importantes que a sociedade foi perdendo com o aparecimento das novas tecnologias.
Hoje é comuns as crianças e adultos, ficarem em casa, privando com o computador, com as consolas de videojogos e a televisão, esquecendo de usufruir da natureza e do fantástico mundo que as rodeia, muitas vezes nem sentem a realidade da vida que vai alterando de dia para dia.
Surgem assim as designadas “redes Sociais”. Muito usual nos dias que correm, são o fruto do isolamento dos jovens e não só. Caracterizam-se por serem o encontro de milhares de pessoas, que ai expõem tudo sobre si e exploram um mundo ao passo de um clicar de dedos.
Conhecimento é a palavra que reina, pois encontram uma diversidade de pessoas, oriundas de locais distantes. Surgem assim as trocas de informação, a criação de grupos e relacionamentos, alguns dos quais íntimos, tudo num mundo á parte da realidade.
São diversas as formas como actualmente se criam laços virtuais. Existem online, inúmeros sítios, onde é possível, fácil e prático fazer um registo e assim pertencer a uma comunidade de “amigos” que através de um computador ou telemóvel, partilham experiências, factos e até mesmo intimidades, sem darem importância a quem está do outro lado.
Considero assim que as novas tecnologias, alem de muito práticas e úteis podem também ser motivo de enigmas, estas novas formas de criar e gerir grupos de amigos não são saudáveis nem sequer contribuem para uma bom relacionamento com as pessoas. É indispensável e útil entendermos as vantagens dos novos meios de informação, mas mais necessário, e urgente é sabermos distinguir a importância dos amigos reais, dos grupos que conhecemos e não os que ficam distantes, que podem não corresponder ao que idealizamos, tornando-se muitas vezes prejudiciais.


sexta-feira, 7 de agosto de 2009

CÂMARA OFERECE LIVROS ESCOLARES

A Câmara de Santa Marta de Penaguião oferece a todos os alunos os manuais escolares.
Numa iniciativa inédita neste concelho, os manuais escolares do ano lectivo 2009/2010 vão ser disponibilizados, gratuitamente pela autarquia a todos os alunos que frequentem o 1.º ciclo. Segundo fonte da câmara, o Município irá fazer um investimento a rondar os 12 mil euros, contemplando assim os 270 alunos do concelho, matriculados no 1º ciclo. Uma ajuda significativa para as famílias, que todos os anos em Setembro são confrontadas com esta despesa, agora suportada pelo Município. Assim, no primeiro dia de aulas, vão estar disponíveis os manuais nas escolas para mais um ano de trabalho.
De referir ainda, que os alunos mais carenciados vão dispor de uma verba, para a aquisição de material escolar de desgaste rápido. Um esforço que a autarquia pretende ver compensado com os bons resultados escolares.


Por: Hugo Sequeira

REDES SOCIAIS ONLINE

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, uma frase tão antiga mas sempre adequada á realidade. Era comum nos tempos mais longínquos, aos domingos ou até mesmo no decorrer da semana, o encontro em pontos estratégicos de grupos de pessoas conhecidas, que conversavam e trocavam ideias sobre tudo o que se ia passando.
As Redes Sociais, constituem uma forte propagação de informação, mas pode ser mal utilizada.Assistia-se assim a confraternização, discussão de ideias, debates muito proveitosos, onde os temas quentes da actualidade reinavam como assunto principal. Usual, alem das conversas, eram os jogos populares, os bailes, realizados essencialmente ao fim de semana, mais propriamente ao domingo á tarde, onde a animação e o divertimento prevaleciam com exigência principal. Refiro-me pois aos anos em que a sociedade dialogava, em que existiam amigos presentes, o que hoje dificilmente acontece!
A actualidade em que vivemos é muito diferente, assistimos a uma realidade virtual, ou seja, os computadores e a internet passaram a ser o nosso meio de comunicação mais privilegiado. Deixou assim de haver a presença, face a face, para existir uma realidade virtual, que apenas nos isola e nos coloca afastados uns dos outros. O que em nada beneficia a união, a amizade e o espírito de companheirismo. São aspectos fortes e importantes que a sociedade foi perdendo com o aparecimento das novas tecnologias.
Hoje é comuns as crianças e adultos, ficarem em casa, privando com o computador, com as consolas de videojogos e a televisão, esquecendo de usufruir da natureza e do fantástico mundo que as rodeia, muitas vezes nem sentem a realidade da vida que vai alterando de dia para dia.
Surgem assim as designadas “redes Sociais”. Muito usual nos dias que correm, são o fruto do isolamento dos jovens e não só. Caracterizam-se por serem o encontro de milhares de pessoas, que ai expõem tudo sobre si e exploram um mundo ao passo de um clicar de dedos.
Conhecimento é a palavra que reina, pois encontram uma diversidade de pessoas, oriundas de locais distantes. Surgem assim as trocas de informação, a criação de grupos e relacionamentos, alguns dos quais íntimos, tudo num mundo á parte da realidade.
São diversas as formas como actualmente se criam laços virtuais. Existem online, inúmeros sítios, onde é possível, fácil e prático fazer um registo e assim pertencer a uma comunidade de “amigos” que através de um computador ou telemóvel, partilham experiências, factos e até mesmo intimidades, sem darem importância a quem está do outro lado.
Considero assim que as novas tecnologias, alem de muito práticas e úteis podem também ser motivo de enigmas, estas novas formas de criar e gerir grupos de amigos não são saudáveis nem sequer contribuem para uma bom relacionamento com as pessoas. É indispensável e útil entendermos as vantagens dos novos meios de informação, mas mais necessário, e urgente é sabermos distinguir a importância dos amigos reais, dos grupos que conhecemos e não os que ficam distantes, que podem não corresponder ao que idealizamos, tornando-se muitas vezes prejudiciais.
PUBLICADO NO JORNAL "O ARRAIS"

sábado, 1 de agosto de 2009

CRIANÇAS DE FONTES INVADEM SERRA DA ESTRELA




Realizou-se no dia 22 de Julho de 2009, o tão aguardado passeio da Fundação Dr. Carneiro de Mesquita, Fontes.
Como vem sendo habitual, esta instituição realiza anualmente um passeio com as valências da creche e jardim-de-infância, como forma simbólica de convívio e encerramento das actividades curriculares. Este ano o Passeio teve como destino a Serra da Estrela, local de paisagens únicas e deslumbrantes do panorama nacional. Mas como atracção principal desta viagem foi a visita guiada ao famoso museu do Pão, situado em Seia, onde foi possível aos meninos observarem e executarem algumas tarefas necessárias para a realização do pão, com que se alimentam diariamente, como nos referiu a educadora e responsável do grupo, Marília Pereira.
Cada criança fez-se acompanhar por um familiar, que também participou no almoço servido dentro das instalações do museu, onde reinou a animação e boa disposição. Em seguida uma viagem de “comboio turístico” percorrendo as principais ruas de Seia, uma viagem que alegra sempre as crianças, que por sua vez contagiam todos os que as acompanham. Rumaram em seguida á torre, no alto da serra, onde o tempo não colaborou, tendo sido impossível visitar a lago.
De regresso a casa a animação e a cantoria tomou conta dos dois miniautocarros cedidos pela autarquia de Santa Marta de Penaguião.

Por: Hugo Sequeira

XASSOS URBAN CUP FONTES- Classificação



A CORRIDA MAIS LOUCA DO MUNDO
A Vila de Fontes, do concelho de Santa Marta de Penaguião foi o destino de centenas de pessoas, que assim assistiram á “corrida mais louca do mundo”!
Realizou-se assim, pelo segundo ano consecutivo a “xassos urban cup”, como o “ARRAIS” referiu na passada semana. Sem dúvida que uma das características desta magnifica corrida é a animação, a boa disposição, o enorme convivo entre os participantes e o restante público.
Marcaram presença neste evento 23 equipas, que assim durante três horas percorreram as ruas desta vila transmontana. Surgiram algumas quedas, sem gravidade, nem para os pilotos, nem para as motas que de “xassos”, só mesmo o nome, pois foi possível constatar a presença de grandes motas e muito bem estimadas, o que demonstra o grande empenho de alguns pilotos nesta competição, que vai ganhando cada vez mais adeptos.
O Moto Clube do Porto, a quem coube a responsabilidade de organizar mais uma fantástica prova, tinha tudo pronto bem cedo, a tempo de receber os concorrentes, que foram aparecendo ao meio da manhã, possibilitando assim aos mais curiosos observar as relíquias e apreciar os barulhentos motores que começavam a ficar afinados. A pista este ano contemplava três tipos de piso, alcatrão, paralelo e terra, dificultando assim a prova. Os participantes tiveram assim de mostrar os seus dotes, nos vários tipos de piso, o que tornou a prova mais competitiva.
Depois de percorridas as três horas de prova os heróis concentraram-se junto as boxes para usufruírem um pouco de descanso e receberem os cumprimentos sempre merecidos do público que não se cansou de os apoiar durante toda a corrida.
Sendo uma prova de resistência, o importante é chegar ao fim, participando e entrando na animação. Ficou assim alinhada a classificação final:

1.º Max Mini, com 73 voltas,
2.º Vip Team, com 73 voltas
3.º Moto J. Dias Racing, com 72 voltas
4.º Moto Penaguião, 68 voltas
5.º Os Diferentes, 64 voltas

De salientar o empenho e a dedicação de toda a organização, que assim superou as expectativas, tendo conseguido animar toda a população, realizando uma prova que começa a ganhar adeptos ano após ano.
Ficou também a promessa, de repetir a prova por muitos mais anos, nesta Vila Transmontana, que acolhe como ninguém os forasteiros que esta actividade trás até ela!

Eleições Autárquicas? Sim, Todos os anos!


Numa manhã fria de verão, conversando com um amigo, reflectíamos sobre as próximas eleições autárquicas, que já interferem com todos nós, directa e indirectamente.
São exemplo os caminhos rurais, das aldeias, que permanecem degradados, mas sempre com a promessa de mudanças, que dificilmente se concretizam.Como somos de locais diferentes, de conselhos distintos, fomos comparando as movimentações que vão existindo, os nomes que vão sendo falados para os diversos cargos autárquicos, alguns deles do nosso círculo de amigos, o que não é de estranhar, visto estas eleições serem as que maior número de pessoas envolve, não só candidatos como também apoiantes, trata-se de pessoas que são conhecidas, amigas e muitas vezes familiares.
Como quase sempre sucede nas conversas de café, fomos falando do que nos vamos apercebendo, como livres cidadãos que somos, com sentido crítico, mas construtivo.
É comum em ano de eleições as obras surgirem quase em simultâneo, em todos os pontos do País. Assim no desenrolar da conversa fomos constatando, a existência de obras que durante anos vão sendo projectadas mas que só são sempre terminadas nestes anos de movimentações eleitorais. Algumas delas já necessárias á muito tempo, mas vão esperando o timing mais apropriado, as eleições. Enquanto outras, sem razão lógica de existirem, são projectadas, executadas e até mesmo publicitadas, sem que aparentemente tenham algum fundamento, nem mesmo beneficiam a população, são as que vulgarmente se designam de obras eleitorais.
Então surgiu a duvida, porque e para que servem estas obras? Difícil de explicar, mas fácil de entender, o único objectivo que possuem é exibir, mostrar dinâmica de construção, lembrar que se realiza algo, após uma imensidão de anos em que nada evolui surge como que de impulso, num curto espaço de tempo, uma serie de alterações. Torna-se comum o barulho de máquinas em movimento, edificando ou apenas melhorando, comprovando um imensa intenção, de concretizar num curto espaço de tempo o que ficou esquecido durante anos.
Mas nem sempre, todas as obras prometidas são realizadas, por vezes vão passando de eleição em eleição e tornam-se em promessas que nunca são efectuadas! Tudo porque não são de evidência, nem se situam em locais estratégicos, movimentados, para poderem ser comentadas e assim acabam por cair no esquecimento! São exemplo os caminhos rurais, das aldeias, que permanecem degradados, mas sempre com a promessa de mudanças, que dificilmente se concretizam.
Toda esta realidade se constata na maioria dos concelhos de norte a sul, do interior ao litoral, é uma constante as vastíssimas movimentações no ano em que somos chamados a exercer o nosso dever cívico. O que não é honesto é termos de esperar, de quatro em quatro anos para vermos cumpridas algumas obras de vital importância, mas que teimosamente resistem aguardando por nova oportunidade. Algumas delas com a sua realização atempada simplificavam e melhoravam a vida dos cidadãos, por isso não se justifica tanto tempo de espera, correndo o risco de serem mal interpretadas e terem o efeito contrário ao desejado.
Seria correcto, que o tempo eleitoral fosse uma época de reflexão do trabalho executado nos últimos anos, publicitando esses feitos, demonstrando a evolução e o desenvolvimento de todo o mandato, para que justamente tudo isso fosse avaliado, garantindo que não caía no esquecimento, sem ser necessário recorrer só aos últimos meses, para se mostrar empenho e competência.