sexta-feira, 26 de março de 2010

Santuário do Viso - Fontes cheio de Animação


Realizou-se no dia 22 de Março de 2010 a terceira edição do Peddy-Paper Ecológico, na freguesia de Fontes, mais precisamente no Santuário de Nossa Senhora do Viso.
Esta actividade levada a efeito pelo agrupamento de escolas de Santa Marta de Penaguião deslocou todas as suas valências até esta localidade para comemorar o dia Mundial da floresta.
Com início às 9 horas, todos os alunos e funcionários participaram nas actividades propostas, com muita música, animação e boa disposição. Estiveram também disponíveis no recinto a torre de escalada /slide do CR 13 de Vila Real, bem como Atelier de Pintura, Saúde e Ciências. Tudo com o objectivo de animar a comunidade escolar e alertar para a vida saudável, preservando a floresta.
Com o almoço servido ao ar livre foi possível apreciar a grande alegria de todos os presentes, em especial as crianças mais pequenas que demonstram sempre grande apreço pela liberdade. Em seguida foram plantadas árvores e lançados balões com sementes, gesto simbólico mas que prima pela enorme mensagem que transmite a todos.
A organização estava radiante, pois decorreu tudo sem incidentes o que é importante, tendo superado as expectativas pois a adesão foi grande.

quinta-feira, 25 de março de 2010

Concurso de fotografia em Santa Marta de Penaguião

Foto: 1º Prémio
Foto- 2º Prémio


O Agrupamento de Escolas de Santa Marta de Penaguião realizou um concurso de fotografias com o Tema a “árvore e a floresta”, aberto a toda a comunidade escolar e dividido por quatro categorias.
Este concurso pretendia sensibilizando toda a comunidade para a importância da floresta como um local a preservar devido à sua riqueza e à importância que representa para preservar o planeta.
Ficaram assim ordenadas as classificações nas respectivas categorias:

1ª Categoria – Pré-escolar e 1º ciclo

1.º Prémio – Maria Pereira Sequeira
2.º Prémio – Maria Pereira Sequeira
3.º Prémio – Não foi atribuído

2º Categoria – 2º Ciclo
Não houve Candidatos

2º Categoria – 3º Ciclo
Não houve Candidatos

4ª Categoria – Comunidade
1.º Prémio – Hugo Alexandre Cunha Sequeira
2.º Prémio – Hugo Alexandre Cunha Sequeira
3.º Prémio – Benilde Fonseca Catarina Varandas

quarta-feira, 24 de março de 2010

O novo caso de violência nas escolas "BULLYING"




Um tema tão perplexo como actual. Hoje quem não conhece esta palavra? É nova mas que rapidamente e sem justificação aparente entrou no nosso vocabulário, pior que isso, na nossa vida. Desde o desaparecimento do pequeno estudante de Mirandela, que alegadamente por sofrer de “Bullying” pôs termo á vida atirando-se ao rio Tua, que muitos casos têm surgido por todo o País.
Mas para se entender o quanto uma criança pode sofrer com o “bullying” é necessário saber em que consiste. Assim “bullying” resume-se a qualquer forma de violência física ou psicológica exercida por um elemento mais forte, sobre outro mais frágil, não só fisicamente mas também emocionalmente e duma forma persistente e continuada… isto é uma definição sucinta deste fenómeno que nos devia preocupar a todos.
Mas não são os nomes, as definições e muito menos as pressões que nos devem preocupar. Devemos de ter a noção que estes problemas de hoje são o fruto do que foi semeado anteriormente. A escola não é hoje vista como antigamente, evoluiu favoravelmente o que é de louvar, mas perdeu muitas características importantes. O papel dos professores em relação aos alunos enfraqueceu, deixaram de ter autoridade, como se comprova pelo estatuto do aluno. O que veio em muito contribuir para que os casos de violência venham aumentando ano após ano.
Estes conflitos servem para que os responsáveis tenham a percepção de que algo tem de ser alterado na mentalidade da comunidade escolar. Não se podem atribuir só culpas à escola, a comunidade escolar, engloba também os país e estes são os mentores principais do bom ou mau desempenho. São os pais quem tem de estar atentos ao comportamento dos filhos, podendo mesmo com a sua atenção e dedicação prevenir muitos casos de agressões, mau comportamento e insucesso escolar. Estas questões dão imenso que meditar e tudo isto nos deve sensibilizar para que diminua o número de crianças que diariamente sofre, sem motivo aparente, apenas porque são mais fracas, mais tímidas ou mais sensíveis e os outros vem nelas uma forma de se superiorizar.
Na generalidade estes casos revelam-se com alguma antecedência, através de alguns comportamentos estranhos, como o isolamento, um dos pontos fundamentais que evidencia que algo está mal. Emerge assim a necessidade redobrada de atenção por parte de todos. Pois um caso de agressão física ou psicológica a uma criança pode trazer imensos problemas a uma família, pois se um filho sofre isoladamente toda uma família partilha esse sofrimento, na tentativa de ajudar na sua resolução.
Um apelo a que todos os jovens tenham a coragem e denunciem o que consideram ser casos de pressão a outros colegas, amigos ou apenas conhecidos. Se todos forem capazes de denunciar estes casos que vão surgindo nas escolas, muito se pode evitar.

domingo, 14 de março de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

A EVOLUÇÃO POLITICA



Numa conversa amena com alguns amigos, fomos constatando o grande impacto que a comunicação social está a dar às eleições do maior Partido da oposição. São debates, coberturas televisivas e apresentação de livros, o que nos leva a pensar que estas eleições no PSD estão a ser consideradas muito importantes para o País, e a usar novos métodos comunicacionais, para chegar até todos nós.



No fim-de-semana que se aproxima vai realizar-se o congresso que pode definir muito do que se vai passar nas eleições directas. Tendo em conta o número de delegados ao congresso que cada candidato possui, o Dr. Pedro Passos Coelho leva uma vantagem considerada, o que pode indicar que será o próximo presidente. Mas a “velha guarda” está a tentar unir-se para conseguir apresentar alguém que acima de tudo vá baralhar as contas, alguém que directa ou indirectamente esteja ligado aos “tubarões do poder”. Com a sensação de que o PSD está preste a mudar de rumo, alguns senhores começam a mostrar o seu desagrado e a tentar destabilizar, lançando nomes para o ar, como quem está com a corda no pescoço e cada dia que passa fica mais apertada.



Liderando o Partido uma pessoa nova, com sangue novo, sem vícios, mais dinâmico, com novas ideias, pode contribuir para melhorar as politicas desenvolvidas no País e acima de tudo varrer com aqueles que já nada de novo podem trazer para a vida Politica, nem conseguem contribuir para ajudar o País a sair da crise que se encontra. Muitos destes senhores que querem a continuidade, temem pelos seus cargos, pelos bons lugares que possuem sem se preocuparem com os portugueses mas sim com os seus próprios interesses sociais e políticos. É contra estes senhores do sistema que o candidato do PSD quer romper e quer apresentar a sua nova equipa, servindo para ajudar a governar e não apenas estar sentado a criticar sem contributo útil.



Com uma ideia todos podemos ficar, algo vai mesmo muito mal dentro deste partido, pois os candidatos á liderança são unânimes, tem de haver um romper com o sistema e com o passado, mas será que quando ganharem não se vão esquecer? É a pergunta a qual só obteremos resposta nos próximos meses.



Outro dos pontos que esta campanha me tem despertado a atenção, em parte devido á minha formação, é o facto de estar a ser muito mediática, ou seja, os candidatos estão todos a usar os novos meios de comunicação para conseguirem chegar com a sua mensagem a um maior e mais vasto numero de pessoas. Conseguimos facilmente ver os seus sítios na Internet, onde são expostas as suas ideias para o País, onde todos surgem cuidadosamente apresentados, para que facilmente qualquer pessoa os possa questionar e onde consta toda a sua agenda. A isto eu chamo de novas formas de comunicar e interagir e a tendência passa por uma maior interacção entre os políticos e as pessoas, também neste campo a politica está a evoluir favoravelmente.



Assim, as eleições para o PSD vêm provar que a forma de fazer politica e a forma como devem interagir com a população está diferente do que anos anteriores. Por isso a politica prima agora por uma interactividade com as pessoas, através de redes sócias, mensagens nos telemóveis, tudo formas de comunicar mais eficazes e com muita maior ligação com as pessoas.

sexta-feira, 5 de março de 2010

A ILHA ASSOMBRADA

Mais uma semana em que o mau tempo nos continua a fustigar, sem querer deixar o sol brilhar. Mas, mais lamentáveis são as catástrofes que tragicamente têm vindo a marcar este início de ano.

Na passada semana a “nossa” ilha da Madeira foi apanhada no meio de uma precipitação invulgar que arrasou por completo a baixa da cidade do Funchal. O número de mortos a todos entristece, mas as imagens que todos vimos, através dos meios de comunicação, são algo de horroroso, medonho que não deixa ninguém indiferente.























As pessoas a fugir, as águas a invadirem tudo e todos, imagens típicas de um filme de terror, mas que para aquelas pessoas era a dura realidade. Ver algo que é nosso ser destruído, banalizado e arrastado por uma força tão bruta, que não conseguimos controlar é algo que ninguém consegue imaginar, a não ser aquelas pessoas Madeirenses que passaram por esta terrível assombração.


Depois de ter visto aquelas imagens fiquei com a sensação que somos uns seres impotentes sem força, sem poder, sem vida própria, pois num momento tão difícil como aquele, a sensação de impotência e de fragilidade deve ser tanta que as pessoas devem considerar-se insignificantes perante o poder da natureza. Aquelas pessoas arrastadas pelas águas lamacentas viram o trabalho de uma vida destruído em segundos, as belas ruas da ilha ficaram irreconhecíveis e que de certo vai mudar a vida daquelas pessoas.

Dificilmente as crianças, os jovens e até os adultos vão conseguir recompor-se e esquecer tamanha destruição que assombra as suas memórias. Perderam familiares, amigos ou apenas conhecidos, mas duvido que numa ilha tão pequena haja alguém que não perdeu pelo menos um conhecido, o que reforça ainda mais triste cenário da perda de alguém.

È de louvar todos aqueles que depois do que aconteceu arregaçaram as mangas e lutando contra todas as adversidades dão agora as mãos para recuperar a Madeira o mais rápido possível. É impressionante a força que estão a demonstrar ao mundo. A união é muita, trabalham sem parar, sem comer, para mais rapidamente conseguirem voltar a normalidade. Estão a dar a todos nós uma enorme lição de vida tentando de todas as formas salvar o que sobrou ou reconstruir tudo de novo. Nunca ouvimos nos seus discursos que iriam baixar os braços, mas sim lutar.

Cabe-nos também a nós ajudar, cada um á sua e de acordo com as suas possibilidades. As pessoas que sobreviveram perderam tudo e agora, mais que nunca necessitam de apoio e ajuda para recomporem a sua vida. É de louvar as campanhas de solidariedade que todos os meios de comunicação e não só, estão a lançar para ajudar. O que vem demonstrar a enorme solidariedade que caracteriza o povo Português e que é um motivo do qual nos devemos orgulhar.

Uma palavra amiga e de conforto a todos os Madeirenses