quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

As Pessoas em Primeiro Lugar…


 
Com o passar dos anos observamos muitas alterações em tudo que nos rodeia, não só na natureza mas também transformações nas pessoas, na sua forma de pensar, no seu ponto de vista, nas suas ideias e mesmo na sua opinião sobre variadíssimos assuntos. Essa característica de evolução é salutar e reconhecida por todos como uma grande virtude, pois só os menos inteligentes não sabem adaptar-se aos novos desafios que vão surgindo.
 
   
Perante as constantes mutações que vão surgindo, a capacidade humana de adaptação tem sido reconhecida como genial e ainda bem que nos é atribuída essa capacidade, pois em vários momentos da vida há a necessidade de fazer opções que são determinantes apesar de muitas vezes difíceis.
 
Na minha opinião todas as mudanças são necessárias e todos temos de nos adaptar, por isso evoluir e crescer, já os mais antigos diziam, “estamos sempre a aprender”, esta sábia frase é a prova evidente que andamos em constante adaptação e um dia chega a hora em que é preciso mudar e inverter o rumo. Não me parece que seja fácil, por vezes estas mudanças carecem de muita ousadia, para rasgar com o passado e dar oportunidade a novos desafios e novas ideias. Como em tudo na vida a mudança é essencial para que haja crescimento, daí acreditarmos que esta transformação é essencial quando mudamos pelas pessoas.
 
O que se verifica atualmente é que muitas atitudes das figuras com relevo na sociedade são voltadas para os bens materiais, duradouros, de características físicas, que em nada beneficiam o mais importante, as pessoas, e na minha opinião, as pessoas estão sempre em primeiro lugar.
 
Não faz sentido realizar algo sem que o principal alicerce sejam as pessoas. Tudo o que nos rodeia em qualquer meio rural ou urbano, tem nas pessoas o bem primordial e sem elas não há fundamentação plausível para realizar o que quer que seja. Sem elas não era preciso nada!!! Importa ter presente que tudo o que se possa produzir tem de girar em torno da comodidade das pessoas, das populações e dos seus habitantes e não apenas apreciar a beleza implícita que possa existir.
 
Que utilidade tem o desenvolvimento de uma região se não contemplar o bem-estar dos seus habitantes? Rigorosamente nada. Não me parece ser vantajoso ter muitas infraestrutural que apenas servem para embelezar ou para proclamar a sua existência, se não conseguem propiciar algo de proveitoso aos cidadãos. Aí continuamos a não entender a sua existência.
 
Por tudo isto, tendo no contato com as pessoas a maior riqueza de conhecimento, diversão, alegria e amizade é que me parece poder assegurar que tudo o que se possa fazer tem que ter sempre como base de suporte as pessoas e contemplar a sua forma de pensar e agir, indo ao encontro das suas carências e não ao encontro das necessidades de terceiros. 
 
Ainda bem que estamos em época de muitas transformações e que cada vez mais a s pessoas não têm receio da mudança.