
Devido à época natalícia que se aproxima, este jantar de confraternização serve também para cimentar os laços de amizade que existem, mas que devido a motivos profissionais, as distâncias afastam.
Gratos aos organizadores desta maravilhosa Ideia.












boa surpresa para os Portugueses, que com humildade e união comecem a ganhar já o próximo jogo, permitindo que essa onda vitoriosa só termine na final com um grande jogo e por sua vez com uma grande festa, que nos vai encher de orgulho a todos. 


Foi com um sol magnífico, um clima agradável e um ambiente de união, que o Partido Social-democrata realizou no passado fim-de-semana o trigésimo-terceiro congresso que tinha como meta a consagração do Dr. Pedro Passos Coelho como o próximo líder do maior partido da oposição.
Começo a escrever este artigo, depois de ter feito uma viagem de carro que durou cerca de duas horas e meia, mas como realizei este percurso sozinho, dei comigo a pensar sobre o tema que iria escrever esta semana. Foi aí que pensei que este poderia ser um bom tema, para explicar o quanto é importante para o desenvolvimento do país o uso dos transportes públicos.
Foto: 1º Prémio 

Numa conversa amena com alguns amigos, fomos constatando o grande impacto que a comunicação social está a dar às eleições do maior Partido da oposição. São debates, coberturas televisivas e apresentação de livros, o que nos leva a pensar que estas eleições no PSD estão a ser consideradas muito importantes para o País, e a usar novos métodos comunicacionais, para chegar até todos nós.
No fim-de-semana que se aproxima vai realizar-se o congresso que pode definir muito do que se vai passar nas eleições directas. Tendo em conta o número de delegados ao congresso que cada candidato possui, o Dr. Pedro Passos Coelho leva uma vantagem considerada, o que pode indicar que será o próximo presidente. Mas a “velha guarda” está a tentar unir-se para conseguir apresentar alguém que acima de tudo vá baralhar as contas, alguém que directa ou indirectamente esteja ligado aos “tubarões do poder”. Com a sensação de que o PSD está preste a mudar de rumo, alguns senhores começam a mostrar o seu desagrado e a tentar destabilizar, lançando nomes para o ar, como quem está com a corda no pescoço e cada dia que passa fica mais apertada.
Liderando o Partido uma pessoa nova, com sangue novo, sem vícios, mais dinâmico, com novas ideias, pode contribuir para melhorar as politicas desenvolvidas no País e acima de tudo varrer com aqueles que já nada de novo podem trazer para a vida Politica, nem conseguem contribuir para ajudar o País a sair da crise que se encontra. Muitos destes senhores que querem a continuidade, temem pelos seus cargos, pelos bons lugares que possuem sem se preocuparem com os portugueses mas sim com os seus próprios interesses sociais e políticos. É contra estes senhores do sistema que o candidato do PSD quer romper e quer apresentar a sua nova equipa, servindo para ajudar a governar e não apenas estar sentado a criticar sem contributo útil.
Com uma ideia todos podemos ficar, algo vai mesmo muito mal dentro deste partido, pois os candidatos á liderança são unânimes, tem de haver um romper com o sistema e com o passado, mas será que quando ganharem não se vão esquecer? É a pergunta a qual só obteremos resposta nos próximos meses.
Outro dos pontos que esta campanha me tem despertado a atenção, em parte devido á minha formação, é o facto de estar a ser muito mediática, ou seja, os candidatos estão todos a usar os novos meios de comunicação para conseguirem chegar com a sua mensagem a um maior e mais vasto numero de pessoas. Conseguimos facilmente ver os seus sítios na Internet, onde são expostas as suas ideias para o País, onde todos surgem cuidadosamente apresentados, para que facilmente qualquer pessoa os possa questionar e onde consta toda a sua agenda. A isto eu chamo de novas formas de comunicar e interagir e a tendência passa por uma maior interacção entre os políticos e as pessoas, também neste campo a politica está a evoluir favoravelmente.
Assim, as eleições para o PSD vêm provar que a forma de fazer politica e a forma como devem interagir com a população está diferente do que anos anteriores. Por isso a politica prima agora por uma interactividade com as pessoas, através de redes sócias, mensagens nos telemóveis, tudo formas de comunicar mais eficazes e com muita maior ligação com as pessoas.
Mais uma semana em que o mau tempo nos continua a fustigar, sem querer deixar o sol brilhar. Mas, mais lamentáveis são as catástrofes que tragicamente têm vindo a marcar este início de ano. Na passada semana a “nossa” ilha da Madeira foi apanhada no meio de uma precipitação invulgar que arrasou por completo a baixa da cidade do Funchal. O número de mortos a todos entristece, mas as imagens que todos vimos, através dos meios de comunicação, são algo de horroroso, medonho que não deixa ninguém indiferente.
Depois de ter visto aquelas imagens fiquei com a sensação que somos uns seres impotentes sem força, sem poder, sem vida própria, pois num momento tão difícil como aquele, a sensação de impotência e de fragilidade deve ser tanta que as pessoas devem considerar-se insignificantes perante o poder da natureza. Aquelas pessoas arrastadas pelas águas lamacentas viram o trabalho de uma vida destruído em segundos, as belas ruas da ilha ficaram irreconhecíveis e que de certo vai mudar a vida daquelas pessoas. 
Dificilmente as crianças, os jovens e até os adultos vão conseguir recompor-se e esquecer tamanha destruição que assombra as suas memórias. Perderam familiares, amigos ou apenas conhecidos, mas duvido que numa ilha tão pequena haja alguém que não perdeu pelo menos um conhecido, o que reforça ainda mais triste cenário da perda de alguém.
È de louvar todos aqueles que depois do que aconteceu arregaçaram as mangas e lutando contra todas as adversidades dão agora as mãos para recuperar a Madeira o mais rápido possível. É impressionante a força que estão a demonstrar ao mundo. A união é muita, trabalham sem parar, sem comer, para mais rapidamente conseguirem voltar a normalidade. Estão a dar a todos nós uma enorme lição de vida tentando de todas as formas salvar o que sobrou ou reconstruir tudo de novo. Nunca ouvimos nos seus discursos que iriam baixar os braços, mas sim lutar. 
Cabe-nos também a nós ajudar, cada um á sua e de acordo com as suas possibilidades. As pessoas que sobreviveram perderam tudo e agora, mais que nunca necessitam de apoio e ajuda para recomporem a sua vida. É de louvar as campanhas de solidariedade que todos os meios de comunicação e não só, estão a lançar para ajudar. O que vem demonstrar a enorme solidariedade que caracteriza o povo Português e que é um motivo do qual nos devemos orgulhar.