
No passado dia 11 de Junho de 2010 teve início o tão aguardado Campeonato do Mundo de futebol. Um mês intenso de jogos ao mais alto nível. As selecções prepararam-se e apresentaram-se na Africa do Sul, país organizador deste magistral evento, para disputar o título tão apetecível de Campeão do Mundo.
Pela primeira vez em terras africanas realiza-se um evento desta importância, onde assinalam presença as estrelas que muitos apelidam de “desporto rei”. A segurança foi reforçada, novos estádios foram construídos, tudo em prol de um grande objectivo, o sucesso do evento. Mas no que concerne á segurança a imagem do evento fica marcada pelos assaltos aos jornalistas, especialmente os jornalistas portugueses que também sentiram na pele o que é viver num país onde os índices de criminalidade são muito elevados.
Em termos desportivos tudo parece estar a correr bem, algumas lesões, algumas declarações mais polémicas, todos os ingredientes necessários para que exista uma grande empatia com este campeonato. Portugal, como não poderia deixar de ser, neste campo das polémicas continua a ser o líder. Um mau pronuncio pois sempre que se envolvem e polémicas nunca conseguem realizar bons jogos dentro do campo que era o mais importante.
Depois de se ter assistido a alguns jogos desta primeira fase, apetece dizer que as ditas equipas “favoritas” estão a levar uma grande lição de humildade. As teóricas selecções mais frágeis, mais pequenas, sem vedetas evidentes, sem aqueles enormes aglomerados de adeptos nos treinos, estão dentro do terreno de jogo a galvanizar as suas forças e a conseguir humildemente derrotar os favoritos.
Os Jogos não têm sido pautados por grandes espectáculos, mas mesmo jogando defensivamente, as equipas com menos recursos tem sido capazes de defender os seus objectivos. Se recordarmos a forma como o “Inter de Milão” ganhou a liga dos Campeões este ano, constatamos que, o maior objectivo é ganhar e é desses que reza a história. Jogar bem e perder, ninguém no futuro se irá recordar.
Quanto a Portugal, escrevo sem saber o resultado do segundo jogo, não me parece que tenham um espírito de união, logo dificilmente conseguirão atingir o objectivo. Os jogadores são excelentes mas se não jogarem em equipa, com velocidade, com raça, com muito querer, não será fácil dar a tão desejada alegria a este magnifico povo português, que há muito anseia por um título. Se há algo de que não se podem queixar é do apoio, arrisco mesmo a afirmar que a nossa selecção é das mais acarinhadas neste mundial.
Fazendo votos para que este mundial seja uma
boa surpresa para os Portugueses, que com humildade e união comecem a ganhar já o próximo jogo, permitindo que essa onda vitoriosa só termine na final com um grande jogo e por sua vez com uma grande festa, que nos vai encher de orgulho a todos.
Pela primeira vez em terras africanas realiza-se um evento desta importância, onde assinalam presença as estrelas que muitos apelidam de “desporto rei”. A segurança foi reforçada, novos estádios foram construídos, tudo em prol de um grande objectivo, o sucesso do evento. Mas no que concerne á segurança a imagem do evento fica marcada pelos assaltos aos jornalistas, especialmente os jornalistas portugueses que também sentiram na pele o que é viver num país onde os índices de criminalidade são muito elevados.
Em termos desportivos tudo parece estar a correr bem, algumas lesões, algumas declarações mais polémicas, todos os ingredientes necessários para que exista uma grande empatia com este campeonato. Portugal, como não poderia deixar de ser, neste campo das polémicas continua a ser o líder. Um mau pronuncio pois sempre que se envolvem e polémicas nunca conseguem realizar bons jogos dentro do campo que era o mais importante.
Depois de se ter assistido a alguns jogos desta primeira fase, apetece dizer que as ditas equipas “favoritas” estão a levar uma grande lição de humildade. As teóricas selecções mais frágeis, mais pequenas, sem vedetas evidentes, sem aqueles enormes aglomerados de adeptos nos treinos, estão dentro do terreno de jogo a galvanizar as suas forças e a conseguir humildemente derrotar os favoritos.
Os Jogos não têm sido pautados por grandes espectáculos, mas mesmo jogando defensivamente, as equipas com menos recursos tem sido capazes de defender os seus objectivos. Se recordarmos a forma como o “Inter de Milão” ganhou a liga dos Campeões este ano, constatamos que, o maior objectivo é ganhar e é desses que reza a história. Jogar bem e perder, ninguém no futuro se irá recordar.
Quanto a Portugal, escrevo sem saber o resultado do segundo jogo, não me parece que tenham um espírito de união, logo dificilmente conseguirão atingir o objectivo. Os jogadores são excelentes mas se não jogarem em equipa, com velocidade, com raça, com muito querer, não será fácil dar a tão desejada alegria a este magnifico povo português, que há muito anseia por um título. Se há algo de que não se podem queixar é do apoio, arrisco mesmo a afirmar que a nossa selecção é das mais acarinhadas neste mundial.
Fazendo votos para que este mundial seja uma
boa surpresa para os Portugueses, que com humildade e união comecem a ganhar já o próximo jogo, permitindo que essa onda vitoriosa só termine na final com um grande jogo e por sua vez com uma grande festa, que nos vai encher de orgulho a todos. 