quinta-feira, 12 de abril de 2012

Chega de Dramatismo!


 
O ano de 2012 vai decorrendo com alguns sobressaltos, fruto das dificuldades conhecidas de todos e que reflectem os anos de desgovernação que existiram no passado. As contrariedades que o país atravessa, já anunciadas há muito, diariamente analisadas por diversos economistas, são tema de conversa todos os dias e a palavra crise passou a ser o tema central de todos, quer entre amigos, como nos meios de informação que nos chegam diariamente.


O nosso país está sobre um controlo rigoroso das contas públicas, sobre um olhar atento dos parceiros europeus com uma vigilância especial e muito apertada dos mercados e das agências de ranting, o que tudo junto perfaz uma conjuntura difícil, só possível de ser superada com muito trabalho, dedicação e grande união.
 

Por tudo isto, que todos infelizmente já conhecemos é que devemos estar cada vez mais unidos, fortes e confiantes, remando de forma igual para o mesmo lado deste barco que se encontra a navegar em águas bravas. Chega de dramatizar e de destacar constantemente que vai mal. Numa época difícil como esta é urgente valorizar o que é nosso e enaltecer as coisas que temos de bom no nosso país.


Quando os mercados internacionais vão dando alguns sinais positivos em relação às nossas contas e ao rigor com que estão a ser cumpridas as metas propostas, o que é bom para o país, os pessimistas nem mesmo assim abrandam, surgem sempre vozes que se destacam por tentar ofuscar essas noticias, aparecem alguns “iluminados” que tentam desvalorizar esses factos e preferem continuar a usar o discurso de “ deita a baixo”, que em nada ajuda as pessoas, apenas cria mais instabilidade e prejudica o investimento.


Chega de notícias e comentários derrotistas, o mais relevante agora é remar contra a crise e destacar o que de positivo vai sucedendo, valorizar as exportações, destacar as excelentes empresas que vão surgindo, que com afinco, dedicação e mérito vão sendo prestigiadas no estrangeiro e muitas vezes ignoradas em Portugal. O País necessita de criação de riqueza, de investimento privado, da criação de emprego o que não é fácil, mas esta crise vai de certeza servir para nos ensinar algo. No futuro estou convicto que todos sairemos mais fortes e que os erros, juntamente com as injustiças sociais e políticas que foram cometidas no passado não mais serão repetidos.


Nestes momentos difíceis para todos, o mais importante é a união, devemos todos estar preparados e contribuir de forma produtiva, destacando o que é positivo e não criar mais ondas pessimistas que infelizmente já nos perseguem a todos. A situação não é fácil, mas falar mal, criticar e denegrir a imagem do país não nos favorece nada aos olhos do exterior, na minha opinião era bem mais interessante que os meios de informação e os comentadores destacassem e dessem mais ênfase aos acontecimentos positivos, criando uma onda de solidariedade maior, para que todos pudéssemos sair desta crise o mais rápido possível.  


Todos juntos seremos capazes e sairemos muito mais fortes destas controvérsias que assolam o país e o mundo.