
Com a chegada do Outono, surge também um dos frutos mais apreciados pela maioria das pessoas, as castanhas.
“Quentinhas e boas”, gritam as vendedoras e os vendedores de rua, que por todo o país divulgam este fruto tão especial e saboroso. Quem não recorda com saudades, naquelas manhãs de Outono, em que o frio nos gela a cara, e que as castanhas quentinhas aquecem o corpo mas também a alma. Aquele cone feito de folhas velhas de jornal, muitas delas transportando notícias tristes e deprimentes enrolam aquelas castanhas maravilhosas com um sabor deslumbrante a que ninguém consegue resistir.
É importante e agradável relembras os tempos em que grupos de amigos se juntavam e rodeando uma enorme fogueira assavam as tão apetecíveis e estaladiças castanhas que faziam e ainda fazem as delicias de adultos e crianças.
A animação, boa disposição e alegria reina no ceio de inúmeros magustos que se realizam por muitas regiões e sempre com as castanhas como centro das atenções, mas também não falta o vinho novo ou a jeropiga para acompanhar este fruto que tem características invulgares e muito especiais, o que comprova ser um dos frutos mais apreciado e de excelência.

Mas importa também referir não só a festa e animação que as castanhas nos envolvem mas sim um pouco de história sobre este fruto que actualmente se está a tornar num pitéu.
Sabiam que no início do século XVII, as castanhas eram um dos produtos básicos e essenciais da alimentação dos transmontanos e beirões, chegando mesmo a substituir as batatas e o pão.
A árvore que dá origem a este fruto é o castanheiro, que durante décadas foi motivo de interesse e dedicação de vários historiadores, que apontam tratar-se de uma árvore muito antiga mesmo considerada autóctone. O que vem confirmar tratar-se de uma árvore e de um fruto que vem passando de gerações e gerações e por isso a sua fama e a sua mais valia já são oriundas de tempos muito antigos.
Assadas, cozidas ou cruas são sempre saborosas, sempre apetecíveis. Ricas em nutrientes, capazes de alimentar, substituído mesmo alguns dos alimentos que hoje fazem parte da nossa cadeia alimentar, há mesmo quem defenda que estamos perante um dos primeiros alimentos consumidos pelo homem.
Com indícios de existir já na pré-história, o que nos leva a reflectir sobre a importância deste fruto na nossa existência, há mesmo estudos que revelam que as castanhas e o seu invólucro, os ouriços, servem para a criação de inúmeros medicamentos, devido à riqueza e variedade dos seus componentes. Por tudo isto é necessário valorizar um fruto que é muitas vezes equecido.
A animação, boa disposição e alegria reina no ceio de inúmeros magustos que se realizam por muitas regiões e sempre com as castanhas como centro das atenções, mas também não falta o vinho novo ou a jeropiga para acompanhar este fruto que tem características invulgares e muito especiais, o que comprova ser um dos frutos mais apreciado e de excelência.

Mas importa também referir não só a festa e animação que as castanhas nos envolvem mas sim um pouco de história sobre este fruto que actualmente se está a tornar num pitéu.
Sabiam que no início do século XVII, as castanhas eram um dos produtos básicos e essenciais da alimentação dos transmontanos e beirões, chegando mesmo a substituir as batatas e o pão.
A árvore que dá origem a este fruto é o castanheiro, que durante décadas foi motivo de interesse e dedicação de vários historiadores, que apontam tratar-se de uma árvore muito antiga mesmo considerada autóctone. O que vem confirmar tratar-se de uma árvore e de um fruto que vem passando de gerações e gerações e por isso a sua fama e a sua mais valia já são oriundas de tempos muito antigos.
Assadas, cozidas ou cruas são sempre saborosas, sempre apetecíveis. Ricas em nutrientes, capazes de alimentar, substituído mesmo alguns dos alimentos que hoje fazem parte da nossa cadeia alimentar, há mesmo quem defenda que estamos perante um dos primeiros alimentos consumidos pelo homem.
Com indícios de existir já na pré-história, o que nos leva a reflectir sobre a importância deste fruto na nossa existência, há mesmo estudos que revelam que as castanhas e o seu invólucro, os ouriços, servem para a criação de inúmeros medicamentos, devido à riqueza e variedade dos seus componentes. Por tudo isto é necessário valorizar um fruto que é muitas vezes equecido.

